Dr. Roque Antônio de Almeida Junior CRMV23098 Intoxicação por Óleo em Pinguins: Impactos e Tratamento 🛢️🐧

   

Intoxicação por Óleo em Pinguins: Impactos e Tratamento 🛢️🐧

A contaminação por petróleo e derivados é uma das maiores ameaças aos pinguins, especialmente ao pinguim-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus), que migra anualmente para a costa brasileira. Derramamentos de óleo no mar ocorrem devido a vazamentos de navios, plataformas de petróleo ou descarte irregular, afetando diretamente a vida marinha.




Como o Óleo Afeta os Pinguins?

🔹 Perda da impermeabilização das penas
O óleo destrói a estrutura microscópica das penas dos pinguins, impedindo que elas retenham ar e formem uma barreira isolante. Isso faz com que a água fria entre em contato com a pele, resultando em hipotermia, que pode ser fatal.

🔹 Intoxicação ao tentar se limpar
Os pinguins têm o hábito natural de alisar as penas com o bico para mantê-las alinhadas e impermeáveis. Ao fazer isso em um corpo contaminado por óleo, eles acabam ingerindo substâncias tóxicas, que podem causar:

  • Danos hepáticos e renais
  • Dificuldade respiratória
  • Lesões gastrointestinais
  • Imunossupressão, aumentando a vulnerabilidade a infecções

🔹 Perda de energia e desidratação
Sem a proteção térmica das penas, os pinguins precisam gastar mais energia para manter a temperatura corporal, levando à fraqueza extrema. Além disso, o óleo pode interferir na capacidade de absorver água dos alimentos, levando à desidratação severa.


Tratamento e Reabilitação

O resgate e a reabilitação de pinguins contaminados exigem um protocolo especializado:

✅ Estabilização Inicial

  • Manter o animal em ambiente aquecido para evitar hipotermia.
  • Hidratação com fluidoterapia (soro fisiológico ou Ringer Lactato).
  • Fornecimento de nutrientes via alimentação assistida, se necessário.

✅ Remoção do Óleo

  • O excesso de óleo é retirado com papel absorvente e óleo mineral.
  • O banho ocorre com detergente neutro (como o Dawn®), água morna (38-40°C) e múltiplas lavagens.
  • Enxágue completo para remover qualquer resíduo.
  • Secagem em ambiente controlado até a recuperação total da plumagem.

✅ Reabilitação e Reintrodução

  • Os pinguins são mantidos em tanques para recuperar a impermeabilização natural das penas.
  • Após recuperação total, são reintroduzidos ao oceano em locais seguros.

Prevenção e Impacto Ambiental

A contaminação por óleo não afeta apenas os pinguins, mas todo o ecossistema marinho. Medidas preventivas incluem monitoramento ambiental, controle rígido do transporte de petróleo e ações rápidas em caso de vazamento.

A conscientização sobre o impacto humano nos oceanos é essencial para proteger essas aves incríveis e garantir que continuem suas rotas migratórias em segurança. 🌊🐧







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Dr. Roque Antônio de Almeida Júnior Administração Transdérmica de Gabapentina – Uma Solução Prática para o Manejo de Gatos 🐱✨"

 "Dr. Roque Antônio de Almeida Júnior Explica: Administração Transdérmica de Gabapentina – Uma Solução Prática para o Manejo de Gatos 🐱✨"



 A administração transdérmica de gabapentina tem se mostrado uma alternativa valiosa no manejo de gatos, especialmente para aqueles que apresentam dificuldade em tomar medicamentos por via oral.

Por que a via transdérmica é uma boa opção para gatos?

Gatos costumam ser mais resistentes à administração de medicamentos por via oral, podendo apresentar estresse significativo ao serem medicados. A formulação transdérmica permite a absorção do fármaco pela pele, facilitando o tratamento sem causar desconforto ao animal e ao tutor.

Indicações da Gabapentina Transdérmica para Gatos

  • Redução do estresse e medo antes de consultas veterinárias
  • Manejo da dor crônica (neuropática, artrite, etc.)
  • Uso como sedação leve para exames e procedimentos minimamente invasivos

Como é administrada?

A gabapentina transdérmica é geralmente manipulada em farmácias veterinárias e aplicada na pele fina da face interna da orelha (pavilhão auricular), onde ocorre a absorção.

Vantagens

✅ Menos estresse para o gato e o tutor
✅ Alternativa viável para animais que recusam comprimidos ou cápsulas
✅ Pode proporcionar uma absorção mais gradual e estável

Desafios e Considerações

⚠️ A absorção transdérmica pode ser menos previsível do que a via oral, exigindo ajustes na dosagem
⚠️ Pode haver resíduos na pele, o que exige cuidado ao manusear o gato
⚠️ A eficácia pode variar de acordo com o veículo utilizado para a formulação transdérmica

A consulta com um veterinário é essencial para definir a dosagem e a viabilidade do uso transdérmico em cada caso. Essa via de administração pode ser um diferencial no atendimento Fear Free, garantindo maior bem-estar para o felino.

 😊🐱



Gabapentina: Um Aliado para Reduzir o Medo e a Ansiedade em Cães e Gatos 🐶🐱✨"

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Como Descobrir a Causa da Doença em um Animal, Dr. Roque Antônio de Almeida júnior


Um bom veterinário é como um “detetive do corpo”, desvendando sintomas para chegar à verdade sobre a saúde do paciente , Dr. Roque Antônio de almeida Junior 




A Arte da Investigação Veterinária: Como Descobrir a Causa da Doença em um Animal

Um bom veterinário é como um detetive da saúde, investigando sinais e sintomas para desvendar o que está afetando o paciente. Para isso, ele segue um processo estruturado que envolve anamnese, exame físico e exames complementares. Cada etapa é essencial para chegar a um diagnóstico preciso e garantir o melhor tratamento.


1. Anamnese: A Primeira Pista

A investigação começa com uma boa conversa com o tutor. A anamnese é o momento de coletar informações sobre o histórico do animal e os sintomas observados. Algumas perguntas fundamentais incluem:

  • Há quanto tempo os sinais clínicos apareceram?
  • Houve mudanças na alimentação, comportamento ou ambiente?
  • O animal teve contato com outros animais doentes?
  • Está em dia com vacinas e vermífugos?

Essa fase ajuda o veterinário a restringir as possibilidades e direcionar os próximos passos.


2. Exame Físico: Buscando Evidências

Com as pistas iniciais coletadas, o veterinário passa para o exame físico, onde avalia o estado geral do animal. Os principais aspectos analisados incluem:

  • Aparência geral: Peso, postura e nível de alerta.
  • Mucosas: Gengivas pálidas podem indicar anemia, enquanto olhos amarelados podem sugerir problemas hepáticos.
  • Temperatura corporal: Febre pode indicar infecção.
  • Palpação abdominal: Para identificar dor, massas ou aumento de órgãos.
  • Ausculta cardíaca e pulmonar: Para verificar sopros cardíacos, arritmias ou alterações respiratórias.

Esse exame ajuda a refinar as hipóteses e decidir quais exames complementares serão necessários.


3. Exames Complementares: Confirmando o Diagnóstico

Quando o exame físico não é suficiente para fechar um diagnóstico, o veterinário recorre a exames laboratoriais e de imagem, como:

  • Exames de sangue: Avaliam anemia, infecções, função hepática e renal.
  • Ultrassom e radiografia: Permitem visualizar órgãos internos, detectar tumores ou obstruções.
  • Exames parasitológicos e microbiológicos: Para identificar verminoses, infecções bacterianas ou fúngicas.
  • Biópsias e citologia: Úteis para analisar tumores e processos inflamatórios.

Conclusão: O Diagnóstico Como Resultado da Investigação

A combinação dessas etapas permite ao veterinário formular um diagnóstico preciso e definir o melhor tratamento. Assim como um detetive que segue pistas até resolver um mistério, o veterinário reúne informações, interpreta sinais e utiliza ferramentas para garantir o bem-estar dos seus pacientes.

A arte da consulta veterinária está na capacidade de escutar, observar e investigar. Afinal, os animais não falam, mas seus corpos sempre dão pistas que um bom profissional sabe interpretar! 🕵️‍♂️🐾 

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Dr. Roque Antônio de Almeida Júnior Explica: Gabapentina – Um Aliado Contra o Medo e a Ansiedade em Cães e Gatos 🐶🐱✨


"Gabapentina: Um Aliado para Reduzir o Medo e a Ansiedade em Cães e Gatos 🐶🐱✨"

A ida ao veterinário pode ser um momento estressante para muitos pets. Mas você sabia que a gabapentina pode ajudar a tornar essa experiência mais tranquila? Como médico veterinário, Dr. Roque Antônio de Almeida Júnior, recomendo esse medicamento em alguns casos para reduzir o medo e a ansiedade antes da consulta, garantindo mais conforto para o seu amigo de quatro patas. Saiba mais sobre como essa opção pode beneficiar seu pet! 💙🐾



A gabapentina é um fármaco originalmente utilizado para o tratamento de epilepsia e dor neuropática, mas que também tem se mostrado eficaz na redução da ansiedade e do medo em cães e gatos, especialmente antes de consultas veterinárias.

Como a gabapentina funciona?

A gabapentina age no sistema nervoso central, modulando a liberação de neurotransmissores excitatórios. Seu efeito sedativo leve e ansiolítico ajuda os animais a ficarem mais calmos e menos reativos a estímulos estressantes, como o transporte e o ambiente da clínica veterinária.

Indicações no contexto veterinário

  • Redução do medo e ansiedade em gatos e cães antes de consultas
  • Facilitação do manejo clínico, especialmente para exames e procedimentos minimamente invasivos
  • Uso como pré-medicação antes de sedação ou anestesia
  • Controle da dor crônica, especialmente neuropática

Posologia e Administração

A dosagem varia conforme o peso e a necessidade do animal. Em geral:

  • Gatos:  administrado 1 a 2 horas antes da consulta
  • Cães:  também 1 a 2 horas antes

Pode ser administrada por via oral (cápsulas ou líquido). Deve-se evitar suspensões que contenham xilitol, pois são tóxicas para cães.

Efeitos colaterais

  • Sonolência
  • Ataxia (falta de coordenação)
  • Letargia

Esses efeitos costumam ser leves e autolimitantes, desaparecendo após algumas horas.

Considerações importantes

  • Deve ser prescrita e ajustada por um veterinário, pois pode interagir com outros medicamentos
  • Pode ser combinada com a trazodona para um efeito mais potente em cães muito ansiosos
  • Em gatos, é frequentemente a melhor opção para reduzir o estresse antes da consulta

A gabapentina tem sido cada vez mais usada como parte do conceito de manejo do medo e ansiedade (Fear Free) na medicina veterinária, melhorando a experiência dos pacientes e facilitando o atendimento.


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🚨 Obstrução Urinária em Gatos: Uma Emergência Veterinária! 🚨 Dr. Roque Antônio de Almeida Junior CRMV 23098 😊🐶

 


🚨 Obstrução Urinária em Gatos: Uma Emergência Veterinária! 🚨

A obstrução urinária é uma condição grave que pode afetar os gatos, especialmente os machos. O problema ocorre quando a uretra fica bloqueada, impedindo o animal de urinar. Sem tratamento rápido, pode levar a complicações sérias e até ao óbito.

🚨 Como Identificar os Sinais de Alerta?

Fique atento se seu gato apresentar:
✔ Tentativas frequentes de urinar, mas sem sucesso
✔ Miados de dor ao usar a caixinha de areia
✔ Lambedura excessiva da região genital
✔ Urina com sangue
✔ Apatia, vômito e fraqueza

Se notar algum desses sinais, procure atendimento veterinário IMEDIATO. A obstrução urinária pode causar intoxicação no organismo, levando a uma emergência que precisa ser tratada o quanto antes.

🔹 Como é Feito o Tratamento?

O veterinário irá desobstruir a uretra, estabilizar o gato com fluidoterapia e administrar medicamentos para aliviar a dor e prevenir novas obstruções. Em casos graves, pode ser necessária cirurgia.

💧 Como Prevenir?

🐾 Estimule seu gato a beber mais água (fontes, sachês, alimentação úmida)
🐾 Ofereça ração específica para a saúde urinária
🐾 Mantenha a caixa de areia sempre limpa
🐾 Reduza o estresse no ambiente

Se perceber qualquer dificuldade para urinar, não espere! O atendimento rápido pode salvar a vida do seu gato!

Caso veja sinais de dificuldade para urinar em um gato, leve-o imediatamente ao veterinário, pois a obstrução pode se tornar fatal em poucas horas. 

📍 Atendimento veterinário domiciliar em Mogi das Cruzes , Suzano,  Alto tiete e toda zona Leste de SP
📲 11 - 958803155  Dr. Roque Antônio de Almeida Junior CRMV 23098 😊🐶

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📢 SEU PET ESTÁ DOENTE? SAIBA QUANDO PROCURAR UM VETERINÁRIO! 🩺🐶🐱 Dr. Roque Antônio de Almeida Junior CRMV23098


📢 SEU PET ESTÁ DOENTE? SAIBA QUANDO PROCURAR UM VETERINÁRIO! 🩺🐶🐱

Os pets não falam, mas demonstram sinais quando algo não está bem! Fique atento a esses sintomas:

Mudança no comportamento – Se seu pet está mais quieto, apático ou irritado, pode ser um sinal de dor ou desconforto.
Falta de apetite ou sede excessiva – Alterações no consumo de comida e água podem indicar problemas digestivos, renais ou endócrinos.
Vômito ou diarreia persistente – Se durar mais de 24h ou vier acompanhado de sangue, procure um veterinário.
Dificuldade para respirar ou tosse constante – Pode indicar problemas respiratórios ou cardíacos.
Coceira intensa ou feridas na pele – Pode ser alergia, infecção ou infestação por parasitas.
Olhos ou nariz com secreção – Pode ser sinal de infecção viral ou bacteriana.
Xixi ou cocô alterados – Urina muito escura, dificuldade para urinar ou fezes com sangue são sinais de alerta.
Manqueira ou dificuldade para se movimentar – Indica dor ou problemas articulares.

💡 Se perceber qualquer um desses sinais, não espere! Quanto antes o problema for diagnosticado, melhores as chances de recuperação do seu pet.

📍 Dr. Roque Antonio de Almeida Junior , Atendimento veterinário em domicílio em Mogi das Cruzes, Suzano, alto tietê  e toda zona leste de SP!
📞 Agende uma consulta: 11-958803155

Seu pet merece cuidado e atenção! ❤️🐾


 

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Dr. Roque Antônio de Almeida Junior - Icterícia em Gatos: O Que Você Precisa Saber

 Icterícia em Gatos: O Que Você Precisa Saber


A icterícia em gatos é uma condição em que a pele e as mucosas (como a gengiva) do animal ficam amareladas. Essa coloração amarelada ocorre devido ao acúmulo de bilirrubina, uma substância gerada pela destruição dos glóbulos vermelhos. A bilirrubina normalmente é processada pelo fígado, mas quando o fígado não está funcionando corretamente, ela pode se acumular no sangue e causar a icterícia.

Se o seu gato está com a pele ou as mucosas amareladas, é importante procurar um veterinário o quanto antes, pois a icterícia é um sinal de que algo está errado no organismo do animal.



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🐱 Seu gato está com o pescoço caído? Pode ser hipocalemia! ⚠️( Dr. Roque Antônio de Almeida júnior )

 🐱 Seu gato está com o pescoço caído? Pode ser hipocalemia! ⚠️

hipocalemia (níveis baixos de potássio no sangue) pode causar fraqueza muscular, sendo um dos sinais mais comuns a ventroflexão cervical – quando o gato não consegue levantar a cabeça.

🚨 Causas comuns:
🔹 Doença Renal Crônica
🔹 Perda de potássio pela urina ou vômitos
🔹 Deficiências nutricionais

Se notar fraqueza, apatia ou dificuldades para andar, procure um veterinário! O diagnóstico precoce pode salvar vidas. 💙

📍 Atendimento veterinário domiciliar em Mogi das Cruzes e Suzano, Dr. Roque Antonio de Almeida junior CRMV23098

📩 Agende uma consulta!



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Lhasa Apso e Condrodistrofia (Dr. Roque Antônio de Almeida Junior)

 


 Um animal condrodistrófico é aquele que possui uma alteração genética que afeta o desenvolvimento da cartilagem, resultando em um crescimento ósseo desproporcional. Isso leva a membros mais curtos em relação ao corpo, especialmente nas pernas, além de outras características ósseas particulares. Essa condição é comum em diversas raças de cães, incluindo o Lhasa Apso.

Lhasa Apso e Condrodistrofia

Lhasa Apso é considerado uma raça condrodistrófica porque apresenta membros curtos e uma conformação óssea que pode predispor a certos problemas de saúde, como:

  • Doenças do disco intervertebral (DDIV) – Maior risco de hérnia de disco devido à degeneração precoce dos discos vertebrais.
  • Problemas articulares – Como displasia de cotovelo e joelho (luxação patelar).
  • Alterações na locomoção – Passo curto e marcha característica devido ao formato dos membros.

Se você está avaliando um Lhasa Apso para cuidados veterinários ou para aquisição, é bom ficar atento a esses fatores e garantir medidas preventivas, como controle do peso e manejo adequado da mobilidade. 

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A "doença da lagartixa" em cães (Dr. Roque Antônio de Almeida Junior )

 



A "doença da lagartixa" em cães, mais conhecida como paralisia por toxina de lagartixa ou síndrome da paralisia de lagartixa, é uma condição que ocorre quando um cão entra em contato com uma lagartixa venenosa. Algumas espécies de lagartixas, especialmente as do gênero Hemidactylus, podem secretar substâncias tóxicas em sua pele que, quando ingeridas ou absorvidas pelo animal, causam sintomas neurológicos graves.



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A cor do vômito em cães e gatos pode fornecer pistas importantes sobre as possíveis causas

A cor do vômito em cães e gatos pode fornecer pistas importantes sobre as possíveis causas subjacentes. Observar a cor pode ajudar os veterinários a direcionar a investigação e fornecer tratamento adequado. Aqui estão algumas das principais cores de vômito e suas possíveis interpretações:




Vômito em Cães e Gatos: Uma Análise Abrangente das Causas, Diagnóstico e Tratamento

Resumo:

O vômito é um sintoma comum em cães e gatos, indicando uma variedade de condições médicas que vão desde simples irritações até problemas graves de saúde. Este artigo científico abrange uma revisão abrangente das causas, diagnóstico, tratamento e avanços recentes na pesquisa relacionada ao vômito em animais de estimação.

1. Introdução:

O vômito é uma resposta fisiológica complexa que pode ser desencadeada por diversas causas em cães e gatos. Entender as razões por trás desse sintoma é crucial para proporcionar cuidados de saúde adequados e melhorar a qualidade de vida desses animais.

2. Causas do Vômito:

As causas do vômito em animais de estimação podem variar desde problemas gastrointestinais simples até condições mais sérias, como obstruções intestinais, infecções e doenças crônicas. Outros fatores incluem intolerâncias alimentares, envenenamento, e até mesmo estresse emocional.

3. Procedimentos de Diagnóstico:

O diagnóstico preciso é fundamental para um tratamento eficaz. Os veterinários utilizam uma combinação de exames físicos e clínicos. Exames laboratoriais, como hemogramas e análises de urina, ajudam a identificar possíveis infecções ou desequilíbrios. Imagens por raios-X e ultrassonografia são frequentemente empregadas para avaliar a saúde gastrointestinal.

4. Tratamento:

O tratamento do vômito em cães e gatos varia com base na causa subjacente. A abordagem inicial pode incluir a administração de fluidos para evitar a desidratação e a modificação da dieta. Em casos mais graves, podem ser necessários medicamentos antieméticos para controlar o vômito e analgésicos para aliviar o desconforto.

5. Avanços Recentes na Pesquisa:

Pesquisas recentes têm se concentrado em identificar marcadores moleculares específicos associados a condições que causam o vômito. A genômica e a proteômica tornaram-se ferramentas valiosas na busca por diagnósticos mais rápidos e precisos, permitindo tratamentos mais direcionados.

6. Considerações Importantes:

É crucial levar em consideração a idade, raça, histórico médico e estilo de vida do animal ao diagnosticar e tratar o vômito. Além disso, a abordagem interdisciplinar entre veterinários, nutricionistas e especialistas em comportamento animal é essencial para uma compreensão holística da condição.

7. Direções Futuras para Pesquisa:

Pesquisas futuras podem se concentrar na identificação de novos agentes terapêuticos para controlar o vômito, bem como no desenvolvimento de métodos não invasivos de diagnóstico. A compreensão aprofundada dos fatores genéticos envolvidos no vômito também poderá abrir portas para terapias personalizadas.

Conclusão:

O vômito em cães e gatos é um sintoma multifacetado que requer uma abordagem abrangente para diagnóstico e tratamento. Avanços recentes na pesquisa oferecem promissoras perspectivas de diagnóstico mais preciso e tratamentos mais eficazes. Ao continuar investindo em pesquisas nesse campo, podemos aprimorar os cuidados de saúde oferecidos a nossos queridos animais de estimação




A cor do Vômito em cães e gato

A cor do vômito em cães e gatos pode fornecer pistas importantes sobre as possíveis causas subjacentes. Observar a cor pode ajudar os veterinários a direcionar a investigação e fornecer tratamento adequado. Aqui estão algumas das principais cores de vômito e suas possíveis interpretações:

  1. Vômito Amarelo ou Espumoso:

    • Possíveis Causas: Este tipo de vômito pode indicar a presença de bile, o que sugere irritação no estômago. Causas comuns incluem gastrite, jejum prolongado ou refluxo biliar.

  2. Vômito Marrom ou com Aspecto de Borra de Café:

    • Possíveis Causas: A presença de sangue digerido pode resultar em um vômito com aspecto marrom ou de borra de café. Isso pode ser indicativo de sangramento gastrointestinal, úlceras ou outras condições mais sérias.

  3. Vômito com Sangue Vermelho Vivo:

    • Possíveis Causas: A presença de sangue vermelho vivo no vômito pode ser alarmante e indicar hemorragia ativa. Causas podem incluir lesões, úlceras, envenenamento ou problemas coagulopáticos.

  4. Vômito Verde:

    • Possíveis Causas: A ingestão de grama é uma causa comum de vômito verde em cães e gatos. No entanto, também pode indicar a presença de bile misturada com alimentos.

  5. Vômito Branco ou Espumoso:

    • Possíveis Causas: Vômito branco ou espumoso pode sugerir excesso de muco no estômago. Isso pode ocorrer devido à ansiedade, alergias alimentares ou até mesmo obstruções.

  6. Vômito Preto ou com Partículas Pretas:

    • Possíveis Causas: A presença de sangue digerido por um longo tempo pode resultar em vômito preto ou com partículas pretas, indicando sangramento crônico no trato gastrointestinal.

  7. Vômito com Material Estranho:

    • Possíveis Causas: Se o vômito contiver objetos estranhos, como pedaços de brinquedos ou plantas, pode indicar obstrução gastrointestinal. Isso é uma emergência médica e requer atenção imediata.

É importante notar que essas associações entre a cor do vômito e as possíveis causas são indicativas, mas não diagnósticas por si só. O diagnóstico preciso requer uma avaliação abrangente, incluindo exames físicos, clínicos e laboratoriais realizados por um veterinário. Se o seu animal de estimação apresentar vômito persistente, é fundamental procurar a orientação de um profissional de saúde veterinária para determinar a causa subjacente e iniciar o tratamento apropriado.


Dr .Roque Antônio de Almeida Junior  CRMV-SP23098

 


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